sexta-feira, agosto 27, 2004

Os teus gestos



Os teus gestos,
deprimentes e marcantes
subiam subitamente pelo meu olhar,
um olhar frágil
de emoções repletas de tristezas
como se de uma flor
acabada de murchar se tratasse.
Mas não era flor, não.
Era menina,
é mulher.

E agora fecho os olhos,
deixem-me dormir, aqui.
Assim.
Que durma sem sonhar,
sem nunca mais me apaixonar.

4 à janela:

At 27/8/04 9:19 da manhã, Blogger Madalena Pestana disse:

Bonita imagem.

Quanto à paixão... a cura de uma nasce noutra.

:)

 
At 27/8/04 10:27 da manhã, Blogger almaro disse:

Há palavras que não se dizem, falam-se a fingir, mesmo que não se saiba, mesmo que haja um querer determinado em iludir o préprio engano. O Nunca, não existe, sente-se mas não se pinta porque incolor, sem reflexo. Uma flor quando murcha, larga semente, e dela, renasce. O amor também, não necessáriamente por uma pessoa, a forma que ele toma, é um mistério do sentir, mas renasce sempre como se fosse o primeiro, suave e intenso...

 
At 27/8/04 11:31 da manhã, Blogger AmigaTeatro disse:

E quando não se sabe o que dizer faz-se um sorriso =)

Mocho e almaro,
A maneira como avistamos as coisas muda no preciso instante em que a nossa vida se vai modificando....

**

 
At 27/8/04 1:48 da tarde, Blogger Estrela do mar disse:

A vida "oferece-nos" o que nós nem sempre esperamos, mas que tentamos ultrapassar com muita dificuldade, mas mesmo assim... nunca deixes de sonhar Sara.
Desejo-te um bom fim de semana.
Um grande beijinho.

 

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